SEMMA realiza limpeza no lixão municipal e serviços de caçamba coletora serão retomados na próxima semana

A Prefeitura de Santa Rita do Araguaia por meio da Secretaria de Meio Ambiente (SEMMA) realizou uma ação de limpeza ao redor e nas valas de aterramento com intuito de estabilizar o “lixão” municipal, localizado nas proximidades da BR-364. O objetivo, além de cumprir com as responsabilidades ambientais, é o cuidado com a saúde, sanidade e a destinação correta dos resíduos recolhidos.

 

 

O secretario de Meio Ambiente Raimundo Miranda informa que para realizar a limpeza no local, a Secretaria de Meio Ambiente, através do Fundo Municipal de Meio Ambiente, foi firmado um contrato de horas máquinas no valor R$ 39 mil reais.

 

 

Por conta do descarte de maneira irregular pela população, o local de depósito de resíduos fica desordenado. O serviço de caçamba coletora ficou suspenso por mais de quinze dias por conta dessa desordem, mas após a ação, serão retomadas a partir da próxima semana. “Não há nenhum problema em depositar os resíduos gerados pelas pessoas, mas devem ser destinados no local correto que são as valas de aterramento”, explica o Secretario do Meio Ambiente.

 

 

Conforme o engenheiro sanitarista Luiz Carlos de Souza, o lixo é descartado aleatoriamente no lixão municipal, não pela a empresa contratada para a coleta, mas populares, e reforça o destino dos resíduos. “O lixo deve ser destinado à vala de aterramento e cada lixo tem o seu destino como, por exemplo, restos de materiais de construção que servem para o uso no aterramento do lixão”, exemplifica o Luiz Carlos.

 

 

Jefferson Berigo, que é gestor ambiental, explica que a medida é eficaz e diminui vários fatores prejudiciais ao meio ambiente e ao ser humano. “Esse critério diminui os danos como redução: de vetores (moscas, ratos, pássaros etc); de animais peçonhentos; do lixo (plásticos, papeis) espalhado ao redor do lixão; da poluição visual; das queimadas, na qual a fumaça é significativamente tóxica, poluindo o ar e a saúde da população e, também, aumenta a vida útil da área já utilizada (contaminada), se a área suportaria 20 anos, sem essas medidas, cairiam para 10 anos”, conclui o gestor ambiental.

 

 

Assessoria de Imprensa

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